São mais de 5 milhões de brasileiros que sofrem com hérnia de disco.
Se você mora em Itajubá - MG, sente dor nas costas há mais de 3 meses e ainda não resolveu isso…
Se você sente:
A hérnia acontece quando um disco da coluna se desloca ou se desgasta, pressionando um nervo. Essa pressão é o que causa dor, perda de mobilidade, dormência, medo de travar. A maioria das pessoas acha que isso vai passar com repouso ou alongamento.
Mas a verdade é: A dor sempre volta, enquanto o padrão de movimento errado continuar ativo.
Se a sua dor começa na lombar e irradia para o glúteo, coxa, panturrilha ou até o pé, com sensação de queimação, choque ou dormência — você pode estar lidando com uma compressão do nervo ciático.
Essa dor é conhecida como ciática, e ela precisa de uma abordagem específica.
Aqui na clínica, tratamos dezenas de casos como o seu — com avaliação ativa, técnicas precisas e sem depender de cirurgia.
Se esse é o seu caso, veja a página completa sobre dor ciática e entenda por que tantos pacientes melhoram nas primeiras sessões.
Talvez você:
O problema desses tratamentos convencionais é que eles tratam o sintoma da dor, e não a causa. Muitos profissionais fazem sessões curtas, sem avaliação real, com protocolos genéricos e uso excessivo de choquinhos, gelo ou alongamentos que aliviam, mas não resolvem.
Resultado: você entra num ciclo de “alívio e recaída” que parece não ter fim.
Meu trabalho não é dar mais sessões, meu foco é:
A maioria dos meus pacientes já tentou de tudo antes de chegar até mim. Mas só melhora quando alguém entende com clareza onde a dor começa, não só onde ela aparece. E na maioria dos casos, a melhora já é percebida na primeira intervenção.
O que você vai encontrar comigo:
Tudo isso dentro do Método DNA


Veja o que dizem nossos pacientes







Veja o antes e depois de nossos pacientes
FAQ
Porque provavelmente o que fizeram até agora foi tratar o sintoma e não a causa real da dor. A maior parte dos tratamentos tradicionais, especialmente quando realizados por convênio, segue protocolos genéricos, com foco apenas em aliviar momentaneamente a dor com gelo, choquinhos e alongamentos. Poucos profissionais avaliam a fundo o que realmente está comprimindo seu nervo e gerando a dor.
O que o Dr. Alexandre faz é diferente: ele investiga o padrão de movimento que está ativando seu quadro. A dor ciática tem uma origem mecânica, e se o corpo continua sendo usado da mesma forma, mesmo com alívio temporário, a dor volta. Por isso, a avaliação precisa ir além de exames de imagem ou da sensação de dor momentânea.
É justamente esse olhar estratégico, que busca o ponto exato da disfunção, que permite resultados reais em poucas sessões. Muitos pacientes chegam ao consultório depois de meses (ou anos) rodando entre tratamentos paliativos, e só melhoram quando alguém realmente observa como o corpo deles se move, onde está a falha e qual intervenção aplicar.
O remédio pode mascarar a dor, mas não corrige o comportamento que está gerando a compressão do nervo. Já o repouso, quando prolongado, reduz a força muscular, piora a mobilidade e pode criar um medo inconsciente de se mover, o que é conhecido como cinesiofobia. Esse ciclo acaba transformando uma dor temporária em uma dor crônica e limitante.
Além disso, sem intervenção ativa, a origem da dor não desaparece. O corpo entra em um padrão de compensações: músculos que deveriam estabilizar a coluna enfraquecem, enquanto outros ficam sobrecarregados. Isso não só prolonga o problema como também amplia a área de dor ao longo do tempo.
É comum ver pacientes que começam com uma dor pequena e, meses depois, não conseguem mais caminhar sem dor irradiada. Isso acontece porque não houve correção na causa primária. O tratamento com o Dr. Alexandre é voltado para quebrar esse ciclo, restaurar o movimento correto e tirar o corpo do estado de alerta constante.
Sim. Em 97% dos casos, a dor ciática pode ser tratada de forma conservadora, ou seja, sem necessidade de cirurgia. A compressão do nervo costuma ser provocada por disfunções mecânicas, muitas vezes relacionadas a uma hérnia de disco, essas disfunções respondem muito bem ao reposicionamento articular, à mobilização neural e à reeducação dos padrões de movimento.
Estudos mostram que, mesmo nos casos em que há hérnia de disco confirmada por exames, o tratamento conservador bem conduzido tem taxa de sucesso elevada. E mais: cerca de 20% das pessoas que fazem artrodese (cirurgia de fixação da coluna) precisam reoperar em até 4 anos, o que mostra que a cirurgia nem sempre resolve a causa real do problema.
O tratamento especializado proposto pelo Dr. Alexandre vai direto na raiz do problema. Com técnicas precisas, sessões individualizadas e acompanhamento funcional, é possível reduzir a dor, restaurar o movimento e prevenir novas crises, sem depender de bisturi ou medicamentos contínuos. Na maioria dos casos entre 4 a 6 semanas.
O tempo curto de atendimento, a quantidade excessiva de pacientes por hora, o uso de protocolos genéricos, a falta de fisioterapeutas especializados, que tratam a raiz do problema, são realidades que impactam diretamente o resultado.
Na maioria das clínicas de convênio, o paciente é colocado em uma sala com aparelhos, permanece deitado com bolsas de gelo ou eletrodos, e sai sem ser avaliado com profundidade. Muitas vezes, sequer há toque terapêutico ou explicação sobre a causa da dor. Isso cria uma falsa sensação de tratamento, mas sem real evolução.
O que o Dr. Alexandre oferece é o oposto: sessões ativas, com foco na função e não no sintoma. Aqui, você é escutado, testado e orientado com clareza. A proposta não é prolongar o tratamento por meses, e sim corrigir o problema de forma estratégica e objetiva, com resultado desde a primeira sessão.
Em média, entre 4 a 6 sessões. Mas isso pode variar de acordo com o quadro clínico, a gravidade da compressão nervosa e o comprometimento do paciente com o plano terapêutico. O mais importante é que, já na primeira sessão, o paciente sai com um diagnóstico funcional claro e com as primeiras orientações de alívio.
O diferencial está no método: ao invés de aplicar um protocolo genérico, o Dr. Alexandre busca a direção preferencial de movimento do seu corpo. Quando o padrão correto é encontrado e repetido, o próprio sistema nervoso começa a modular a dor e a restaurar a função. É como encontrar a “senha” do seu corpo para sair do ciclo da dor.
E ao contrário do que muitos pensam, o objetivo aqui não é fidelizar por sessões, mas sim resolver. A consulta é estruturada para entregar clareza e resultado. O paciente participa ativamente do processo e entende o que deve ser feito entre as sessões para potencializar a melhora.
A direção preferencial é o movimento que, ao ser repetido, gera alívio da dor e regressão dos sintomas. Em outras palavras, é o movimento que “descomprime” o nervo e ajuda a centralizar a dor. Encontrar essa direção é fundamental para que o corpo comece a se recuperar de forma natural, sem precisar de estímulos externos constantes.
Muitas pessoas pioram porque fazem alongamentos ou exercícios genéricos que, na verdade, aumentam a compressão do nervo. Isso acontece porque o corpo de cada pessoa responde de maneira única. É por isso que a avaliação funcional personalizada é tão importante: ela revela o que deve ser evitado e o que deve ser repetido.
O tratamento do Dr. Alexandre é centrado na descoberta e aplicação dessa direção preferencial. Quando o movimento certo é encontrado, a dor que descia para a perna começa a “voltar” para a lombar e, em seguida, desaparece. É um indicativo de que o caminho da melhora foi ativado com sucesso.
O grande diferencial está na profundidade da avaliação e na precisão da intervenção. Ao contrário de abordagens generalistas que tratam todos os pacientes com os mesmos recursos, o Dr. Alexandre realiza uma análise minuciosa dos padrões de movimento e da resposta do corpo ao estímulo terapêutico. Isso permite um tratamento cirúrgico, no sentido de ser direto na causa do problema.
Além disso, a clínica conta com recursos modernos como a mesa de flexo-distração, exercícios neurodinâmicos e o Método Neuralivre™️, desenvolvido especialmente para reverter padrões de dor relacionados ao nervo ciático. A aplicação dessas técnicas, em conjunto com uma abordagem ativa e funcional, garante que o paciente saia da passividade e assuma o protagonismo da sua recuperação.
Outro ponto importante é que a evolução é medida em cada sessão. Não se trata de um tratamento que se arrasta por meses, e sim de uma intervenção com foco em resultado rápido, duradouro e mensurável. Tudo é explicado, testado e ajustado conforme o que o corpo responde — e não com base em achismos ou protocolos prontos.
Se você já tentou outros tratamentos e ainda convive com dor ciática, o primeiro passo é agendar uma avaliação com o Dr. Alexandre. Essa avaliação não é uma conversa superficial, mas um verdadeiro mapeamento funcional da sua dor. Nela, você entenderá exatamente o que está acontecendo com sua coluna, por que a dor não passa e o que fazer para sair desse ciclo.
Durante a consulta, serão realizados testes específicos para identificar a causa da dor, diferenciação de origem nervosa, análise postural, padrão de movimento e resposta ao estímulo mecânico. Com base nisso, já é feita a primeira intervenção terapêutica, com orientações práticas para você aplicar imediatamente.
Esse pode ser o início de uma virada completa na sua saúde. É comum que pacientes cheguem com anos de dor e, após poucas sessões, consigam voltar a andar, dormir e trabalhar sem dor. Tudo começa por um passo: marcar a consulta certa com quem realmente entende o que está fazendo.
A pergunta não é mais “se” você tem uma hérnia ou dor na coluna.
A pergunta é:
Você vai continuar esperando a dor piorar… Ou vai tratar de forma inteligente e definitiva com quem realmente entende disso?