8 a cada 10 pessoas vão sentir dor nas costas ao longo da vida.

São mais de 5 milhões de brasileiros que sofrem com hérnia de disco.

Se você mora em Itajubá - MG, sente dor nas costas há mais de 3 meses e ainda não resolveu isso…

Entenda o que está acontecendo com seu corpo

Se você sente:

Travamentos ou crises que te impedem de fazer movimentos simples

Sensação de formigamento ou dormência em partes do corpo

Travamentos ou crises que te impedem de fazer movimentos simples

Você pode estar diante de uma hérnia de disco!

A hérnia acontece quando um disco da coluna se desloca ou se desgasta, pressionando um nervo. Essa pressão é o que causa dor, perda de mobilidade, dormência, medo de travar. A maioria das pessoas acha que isso vai passar com repouso ou alongamento.

Mas a verdade é: A dor sempre volta, enquanto o padrão de movimento errado continuar ativo.

A Dor Começou a Irradiar?

Se a sua dor começa na lombar e irradia para o glúteo, coxa, panturrilha ou até o pé, com sensação de queimação, choque ou dormência — você pode estar lidando com uma compressão do nervo ciático.

Essa dor é conhecida como ciática, e ela precisa de uma abordagem específica.

Aqui na clínica, tratamos dezenas de casos como o seu — com avaliação ativa, técnicas precisas e sem depender de cirurgia.

Se esse é o seu caso, veja a página completa sobre dor ciática e entenda por que tantos pacientes melhoram nas primeiras sessões.

O Maior Erro que te impede de melhorar

Talvez você:

Esteja esperando passar “sozinho”

Acredite que precisa de cirurgia

Já passou por fisioterapia tradicional, médicos, tentou repouso, remédios mas nada resolveu

O problema desses tratamentos convencionais é que eles tratam o sintoma da dor, e não a causa. Muitos profissionais fazem sessões curtas, sem avaliação real, com protocolos genéricos e uso excessivo de choquinhos, gelo ou alongamentos que aliviam, mas não resolvem.

Resultado: você entra num ciclo de “alívio e recaída” que parece não ter fim.

A Diferença está no olhar

Meu trabalho não é dar mais sessões, meu foco é:

Entender o padrão de movimento que está ativando sua dor

Aplicar uma intervenção específica no ponto certo

Reprogramar o padrão de movimento que você faz no dia a dia e que está travando seu corpo

A maioria dos meus pacientes já tentou de tudo antes de chegar até mim. Mas só melhora quando alguém entende com clareza onde a dor começa, não só onde ela aparece. E na maioria dos casos, a melhora já é percebida na primeira intervenção.

Diferencial Clínico

O que você vai encontrar comigo:

Atendimento individual com foco em resultado

Sessões de 1 hora, ativas e estratégicas, com testes e já conduta logo na primeira sessão (nada de ficar deitado esperando o tempo passar)

Uso da mesa de flexo-distração (tecnologia para descompressão segura e eficaz)

Avaliação funcional baseada em evidência, com foco em regressão da dor e não “acompanhamento por tempo indefinido”

Tratamento especializado sem cirurgia e sem necessidade de remédios

Tratamento testado cientificamente, com melhorias comprovadas entre 4 e 6 semanas.

Tudo isso dentro do Método DNA

Depoimentos

Veja o que dizem nossos pacientes

Veja o antes e depois de nossos pacientes

Perguntas Frequentes

FAQ

Porque provavelmente o que fizeram até agora foi tratar o sintoma e não a causa real da dor. A maior parte dos tratamentos tradicionais, especialmente quando realizados por convênio, segue protocolos genéricos, com foco apenas em aliviar momentaneamente a dor com gelo, choquinhos e alongamentos. Poucos profissionais avaliam a fundo o que realmente está comprimindo seu nervo e gerando a dor.

O que o Dr. Alexandre faz é diferente: ele investiga o padrão de movimento que está ativando seu quadro. A dor ciática tem uma origem mecânica, e se o corpo continua sendo usado da mesma forma, mesmo com alívio temporário, a dor volta. Por isso, a avaliação precisa ir além de exames de imagem ou da sensação de dor momentânea.

É justamente esse olhar estratégico, que busca o ponto exato da disfunção, que permite resultados reais em poucas sessões. Muitos pacientes chegam ao consultório depois de meses (ou anos) rodando entre tratamentos paliativos, e só melhoram quando alguém realmente observa como o corpo deles se move, onde está a falha e qual intervenção aplicar.

O remédio pode mascarar a dor, mas não corrige o comportamento que está gerando a compressão do nervo. Já o repouso, quando prolongado, reduz a força muscular, piora a mobilidade e pode criar um medo inconsciente de se mover, o que é conhecido como cinesiofobia. Esse ciclo acaba transformando uma dor temporária em uma dor crônica e limitante.

Além disso, sem intervenção ativa, a origem da dor não desaparece. O corpo entra em um padrão de compensações: músculos que deveriam estabilizar a coluna enfraquecem, enquanto outros ficam sobrecarregados. Isso não só prolonga o problema como também amplia a área de dor ao longo do tempo.

É comum ver pacientes que começam com uma dor pequena e, meses depois, não conseguem mais caminhar sem dor irradiada. Isso acontece porque não houve correção na causa primária. O tratamento com o Dr. Alexandre é voltado para quebrar esse ciclo, restaurar o movimento correto e tirar o corpo do estado de alerta constante.

Sim. Em 97% dos casos, a dor ciática pode ser tratada de forma conservadora, ou seja, sem necessidade de cirurgia. A compressão do nervo costuma ser provocada por disfunções mecânicas, muitas vezes relacionadas a uma hérnia de disco, essas disfunções respondem muito bem ao reposicionamento articular, à mobilização neural e à reeducação dos padrões de movimento.

Estudos mostram que, mesmo nos casos em que há hérnia de disco confirmada por exames, o tratamento conservador bem conduzido tem taxa de sucesso elevada. E mais: cerca de 20% das pessoas que fazem artrodese (cirurgia de fixação da coluna) precisam reoperar em até 4 anos, o que mostra que a cirurgia nem sempre resolve a causa real do problema.

O tratamento especializado proposto pelo Dr. Alexandre vai direto na raiz do problema. Com técnicas precisas, sessões individualizadas e acompanhamento funcional, é possível reduzir a dor, restaurar o movimento e prevenir novas crises, sem depender de bisturi ou medicamentos contínuos. Na maioria dos casos entre 4 a 6 semanas.

O tempo curto de atendimento, a quantidade excessiva de pacientes por hora, o uso de protocolos genéricos, a falta de fisioterapeutas especializados, que tratam a raiz do problema, são realidades que impactam diretamente o resultado.

Na maioria das clínicas de convênio, o paciente é colocado em uma sala com aparelhos, permanece deitado com bolsas de gelo ou eletrodos, e sai sem ser avaliado com profundidade. Muitas vezes, sequer há toque terapêutico ou explicação sobre a causa da dor. Isso cria uma falsa sensação de tratamento, mas sem real evolução.

O que o Dr. Alexandre oferece é o oposto: sessões ativas, com foco na função e não no sintoma. Aqui, você é escutado, testado e orientado com clareza. A proposta não é prolongar o tratamento por meses, e sim corrigir o problema de forma estratégica e objetiva, com resultado desde a primeira sessão.

Em média, entre 4 a 6 sessões. Mas isso pode variar de acordo com o quadro clínico, a gravidade da compressão nervosa e o comprometimento do paciente com o plano terapêutico. O mais importante é que, já na primeira sessão, o paciente sai com um diagnóstico funcional claro e com as primeiras orientações de alívio.

O diferencial está no método: ao invés de aplicar um protocolo genérico, o Dr. Alexandre busca a direção preferencial de movimento do seu corpo. Quando o padrão correto é encontrado e repetido, o próprio sistema nervoso começa a modular a dor e a restaurar a função. É como encontrar a “senha” do seu corpo para sair do ciclo da dor.

E ao contrário do que muitos pensam, o objetivo aqui não é fidelizar por sessões, mas sim resolver. A consulta é estruturada para entregar clareza e resultado. O paciente participa ativamente do processo e entende o que deve ser feito entre as sessões para potencializar a melhora.

A direção preferencial é o movimento que, ao ser repetido, gera alívio da dor e regressão dos sintomas. Em outras palavras, é o movimento que “descomprime” o nervo e ajuda a centralizar a dor. Encontrar essa direção é fundamental para que o corpo comece a se recuperar de forma natural, sem precisar de estímulos externos constantes.

Muitas pessoas pioram porque fazem alongamentos ou exercícios genéricos que, na verdade, aumentam a compressão do nervo. Isso acontece porque o corpo de cada pessoa responde de maneira única. É por isso que a avaliação funcional personalizada é tão importante: ela revela o que deve ser evitado e o que deve ser repetido.

O tratamento do Dr. Alexandre é centrado na descoberta e aplicação dessa direção preferencial. Quando o movimento certo é encontrado, a dor que descia para a perna começa a “voltar” para a lombar e, em seguida, desaparece. É um indicativo de que o caminho da melhora foi ativado com sucesso.

O grande diferencial está na profundidade da avaliação e na precisão da intervenção. Ao contrário de abordagens generalistas que tratam todos os pacientes com os mesmos recursos, o Dr. Alexandre realiza uma análise minuciosa dos padrões de movimento e da resposta do corpo ao estímulo terapêutico. Isso permite um tratamento cirúrgico, no sentido de ser direto na causa do problema.

Além disso, a clínica conta com recursos modernos como a mesa de flexo-distração, exercícios neurodinâmicos e o Método Neuralivre™️, desenvolvido especialmente para reverter padrões de dor relacionados ao nervo ciático. A aplicação dessas técnicas, em conjunto com uma abordagem ativa e funcional, garante que o paciente saia da passividade e assuma o protagonismo da sua recuperação.

Outro ponto importante é que a evolução é medida em cada sessão. Não se trata de um tratamento que se arrasta por meses, e sim de uma intervenção com foco em resultado rápido, duradouro e mensurável. Tudo é explicado, testado e ajustado conforme o que o corpo responde — e não com base em achismos ou protocolos prontos.

Se você já tentou outros tratamentos e ainda convive com dor ciática, o primeiro passo é agendar uma avaliação com o Dr. Alexandre. Essa avaliação não é uma conversa superficial, mas um verdadeiro mapeamento funcional da sua dor. Nela, você entenderá exatamente o que está acontecendo com sua coluna, por que a dor não passa e o que fazer para sair desse ciclo.

Durante a consulta, serão realizados testes específicos para identificar a causa da dor, diferenciação de origem nervosa, análise postural, padrão de movimento e resposta ao estímulo mecânico. Com base nisso, já é feita a primeira intervenção terapêutica, com orientações práticas para você aplicar imediatamente.

Esse pode ser o início de uma virada completa na sua saúde. É comum que pacientes cheguem com anos de dor e, após poucas sessões, consigam voltar a andar, dormir e trabalhar sem dor. Tudo começa por um passo: marcar a consulta certa com quem realmente entende o que está fazendo.

Agora é com você!

A pergunta não é mais “se” você tem uma hérnia ou dor na coluna.
A pergunta é:

Você vai continuar esperando a dor piorar… Ou vai tratar de forma inteligente e definitiva com quem realmente entende disso?

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